👀Vamos sair da mesmice passiva ao olhar para as casas?
As casas astrológicas são vistas como campos de experiência assim:
Casa 1: ascendente, aparência, corpo, cabeça
Casa 2: dinheiro, bens materiais, valores
Casa 3: irmãos, deslocamentos próximos, comunicação, aprendizados
Casa 4: família de origem, imóveis, vida privada, final da vida.
Casa 5: filhos, criatividade, romances, lazer
Casa 6: doenças, trabalho, rotinas
Casa 7: casamento, parcerias, inimigos declarados
Casa 8: dinheiro dos outros, morte, sexualidade, mundo oculto
Casa 9: viagens ao exterior, religião, filosofias, altos estudos
Casa 10: status, carreira, objetivos de vida, figuras de autoridade
Casa 11: coletividade, amigos, cidadania, grupos
Casa 12: espiritualidade, segredos, dificuldades, subconsciente, prisão
Não é assim?
Essa simplificação não está errada, mas está cruelmente descontextualizada.
Você já se perguntou:
Por que os bens materiais estão na casa 2 e não na 7?
Por que a família de origem está na 4 e não na 11?
O GRANDE ARQUITETO PENSOU NUMA ORDEM LÓGICA DAS CASAS!
⚠️A verdade é que muitos astrólogos não compreendem a costura que existe entre uma casa e outra.
Mas aqui no Jardim Astrológico, nós somos diferentes!
A partir de agora, você abre a consciência para o fato de que as casas NÃO estão em uma sequência aleatória!
Muito mais do que conjuntos de assuntos isolados, as casas são a escada interna da maturidade.
Um conhecimento que te permite identificar em qual degrau você está agora e qual é o próximo rumo à evolução nos objetivos dessa existência.
Que tal um olhar ativo sobre as 12 casas como etapas da vida?
Com amor, com Deus,
Astróloga do Jardim