O Nó Astrológico
Quando o mapa é difícil de desembaraçar
Você abre o mapa, olha para o Sol na Casa 8, vê aquela quadratura com Marte, um trígono com a Lua e... o branco aparece…
…de novo.
Nessa hora, você sente uma estranha frustração:
“Como assim? E o curso completo que eu fiz e entendi tudinho?”
Eu sei exatamente o que está passando na sua cabeça agora.
Você entende os conceitos, concorda com o raciocínio do professor durante a aula, mas, na hora de ligar os pontos sem a ajuda de alguém, parece que falta oxigênio.
Você tenta mergulhar no mapa e morre na praia.
Eu já estive exatamente aí.
Lembro de empilhar certificados e sentir que, na “passarela” da Astrologia, só os professores desfilavam com desenvoltura.
Eu ficava na plateia, admirando o mestre, enquanto eu colecionava arquivos em PDF perdidos na bagunça do meu computador e anotações que só serviam para pegar poeira depois.
É isso. Curso após curso. E a fluência na interpretação nunca chegava.
Na tentativa de amenizar essa angústia, o que eu fazia?
A inscrição em mais um curso.
E o ciclo se repetia: empolgação no início, anotações esquecidas no fim,
e a trava cerebral intacta.
Aquele monte de símbolos e linhas no mapa não passavam de um verdadeiro nó astrológico que eu não sabia como desatar.
Por que o nó?
Depois de muito tempo estudando e atendendo, hoje eu identifico por que o ensino da Astrologia falha com quem realmente quer ler mapas com profundidade e segurança.
Vamos encarar a verdade?
O treino de “faz de conta”
Nas aulas, a prática é um acessório.
O professor traz dois ou três exemplos rápidos, você entende a lógica dele, mas nunca tem tempo de construir a sua.
A síndrome do abandono
O mestre diz: “Treinem em casa”.
Mas a rotina atropela, a dúvida surge e não tem ninguém ali para segurar sua mão.
Na aula seguinte, você leva a sua pergunta naqueles minutinhos iniciais ou finais. O professor responde que “depende do contexto”.
Como nunca há tempo para ver o tal do “contexto”, a sua interrogação fica ver navios.
A bibliografia infinita
Te dão uma lista de 50 livros. Você quer todos.
Mas o bolso não deixa, o seu tempo escasso também não.
E o conhecimento se resume ao da aula mesmo.
O “teste e veja o que funciona para você”
Essa é a frase que mais me irrita em aulas de Astrologia.
Se a Astrologia é um conhecimento tão antigo, não é possível que ela seja tão frágil a ponto de não haver um caminho seguro que possa ser utilizado em qualquer mapa.
O excesso de vozes
As diversas especialidades astrológicas acabam dando margem pra uma galera inventar o que quer. É ou não é?
Essa subjetividade excessiva só gera uma insegurança, além de ser uma das fortes causas da desconfiança aos olhos dos céticos.
Nessa miscelânea, o aprendiz vai percebendo que cada professor diz uma coisa - as contradições são muitas...
E, na tentativa de usar o que aprendeu, você tenta misturar tudo e acaba com uma colcha de retalhos mental que não serve para cobrir mapa nenhum com segurança.
O problema não é você.
Simplesmente, o tempo dos cursos não coincide com o tempo de sedimentação do conteúdo.
Aprender Astrologia é como aprender uma nova língua.
Não adianta ter o vocabulário básico e conhecer as regras gramaticais se você não sabe como juntar tudo e treinar de forma efetiva.
Uma coisa é pincelar exemplos em minutos limitados.
Outra coisa é treinar o raciocínio central que traz segurança para não travar.
Então,
Você não precisa de mais um curso teórico para aumentar sua coleção de certificados esquecidos.
Você precisa de um método acompanhado que não deixe você se perder no caminho.
Hoje, a fluência não é um problema para mim, mas eu nunca esqueci os tremores que sentia quando tentava avançar mapa adentro e não conseguia por medo de errar.
Eu posso te ajudar a desatar esse nó para que você saia desse ciclo do “eterno estudante inseguro”.
E não, não é com mais um curso de 40 horas de vídeo.
É com uma trilha segura e prática para você ganhar segurança na leitura de mapas.
Vem comigo?
Com amor, com Deus,
Astróloga do Jardim



