Quando o Sol forma uma quadratura com o Ascendente no mapa natal, temos um embate fundamental entre a essência interna e a forma como o nativo se apresenta ao mundo.
O Sol representa o centro irradiador da personalidade: nosso núcleo vital, a consciência de quem somos e a busca por propósito. Já o ascendente é a linha da aurora do mapa astral, o ponto de entrada no mundo, a “máscara” que vestimos nos primeiros encontros com a vida.
Quando esses dois símbolos se encontram em tensão, surge uma personalidade vibrante, porém inquieta. O brilho existe — e é potente —, mas ele não flui naturalmente.
É como se houvesse uma fricção contínua entre aquilo que se é em essência — o Sol, símbolo do brilho, da vitalidade e da vontade de ser reconhecido — e o modo pelo qual se atua no mundo exterior, simbolizado pelo ascendente.
Essa quadratura pode parecer, num primeiro momento, como um obstáculo à espontaneidade, mas carrega, em sua tensão, um potencial transformador raro: a lapidação da identidade.
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