Nem todo aspecto é um aspecto…
Cuidado!
Gerar um mapa natal é a coisa mais simples do universo: com um programa qualquer em mãos, basta colocar os dados de nascimento e, num clique, o mapa aparece na tela.
Sem dúvida, isso é uma maravilha. É a tecnologia a nosso favor.
O problema é que a automatização desse procedimento faz com que a esmagadora maioria dos usuários dos sistemas se afaste das referências astrológicas de base.
O mapa aparece lá e aquilo é visto como verdade absoluta, quando nem sempre é.
Nos aspectos astrológicos, esse problema grita demais!
Aquelas linhas coloridas na mandala e o aspectário (aquele quadro que aparece embaixo) nos enganam que é uma desgraça.
Com isso, muitas distorções acontecem, dificultando bastante a assertividade da leitura astrológica. Por erros de configurações no sistema, acabamos errando a interpretação.
A linha azul mostrando o trígono pode não refletir um trígono verdadeiro.
A quadratura pode não ser uma quadratura.
A conjunção pode não ser uma conjunção…
Resultado: um risco enorme na leitura de mapas.
E como saber se o aspecto mostrado no gráfico é legítimo?
Só usando conscientemente os conceitos astrológicos! Use a lógica e lembre das regras básicas.
O importante é não agir de forma automática.
Não aceite tudo o que aparece só porque o programa mostrou.
Para uma leitura segura, o seu raciocínio astrológico precisa estar no comando. Sempre!
Quem está na Trilha Astrológica deixa o olhar bem afiado.
Vamos?
Com amor, com Deus,
Astróloga do Jardim



