Urano, o sétimo planeta do sistema solar, é “o Grande Despertador” da Astrologia.
No limite entre o visível e o escondido, esse foi o primeiro planeta descoberto com o uso da tecnologia, em 1781.
Assim, a descoberta de Urano rompeu com a ordem estabelecida do conhecimento astronômico da época.
Essa ruptura do limite da observação astronômica e a excentricidade de sua órbita é espelhada em sua influência astrológica, uma vez que Urano é associado à rebelião, à originalidade, à liberdade e à inovação.
Diferentemente dos planetas pessoais que representam aspectos mais individuais da personalidade, Urano é um planeta transpessoal, geracional, correspondendo a drásticas mudanças em níveis coletivos e sociais.
Por não ser facilmente visível a olho nu, Urano não era utilizado pelos astrólogos clássicos que sequer sabiam da sua existência.
No entanto, a Astrologia contemporânea considera bastante a interferência de Urano em mapas natais, trânsitos, sinastrias e em várias outras formas de aplicação.
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